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Taxistas querem banir ilegais

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Apenas cooperativas cadastradas podem atuar, mas ´piolhos´agem livremente

 

Aproximadamente 350 taxistas fizeram uma manifestação ontem no aeroporto de Confins, na Grande Belo horizonte, contra o transporte ilegal. Eles cobram das autoridades um fim das atividades dos chamados "piolhos", veículos particulares não legalizados que atuam como táxis.

 

Atualmente, apenas quatro cooperativas têm autorização da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para atuar no aeroporto. As empresas têm custos que inviabilizam a concorrência com os ilegais. As cooperativas alugam balcões no aeroporto que custam entre R$ 5.000 e R$ 10 mil mensais. Enquanto uma viagem do aeroporto até o centro da capital custa entre R$ 80 e R$ 87 nos táxis legalizados, uma viagem em veículo clandestino fica entre R$ 50 e R$ 60.

"A gente tem um gasto muito alto. Nós pagamos cursos e temos que renovar a frota. Eles não têm esse compromisso", afirma o taxista Webert Corrêa.

Segundo o diretor do Sindicato Nacional dos Taxistas (Sintaxi), Charley Neves da Mata, aproximadamente 240 motoristas de carros não credenciados agem no aeroporto. "Eles ficam circulando pelo local. Quando dá movimento, eles laçam os passageiros. Alguns ficam com plaquinhas anunciando preços mais baixos", explica.

Profissionais legalizados reclamam de outra concorrência desleal. "Há taxistas não conveniados que trazem passageiros ao aeroporto e, na esperteza, acabam voltando com pessoas", denuncia o taxista Renato Pacheco.

De acordo com o superintendente do aeroporto, Silvério  Gonçalves, o problema está sendo combatido. "Temos uma ação conjunta entre Infraero, Polícias Militar e Civil e Departamento de Estradas e Rodagens (DER)", disse.

Punição

Multa. Quem for flagrado realizando serviço de táxi ilegal no aeroporto de Confins pode pagar multa de R$ 85, conforme prevê o código de trânsito. Nesse caso, o passageiro não paga nada, mas perde a viagem.

Força-tarefa

A partir da próxima semana será montada uma força-tarefa com os órgãos responsáveis pelo combate ao transporte irregular no aeroporto de Confins. Polícias Militar e Civil, Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e Infraero vão formar um grupo para tentar criar novas alternativas na luta contra os “piolhos”.

De acordo com a assessoria de comunicação da Secretaria de Transportes e Obras Públicas, responsável pelo DER, atualmente o departamento tem sete agentes que trabalham no aeroporto em parceria com a PM. As fiscalizações ocorrem das 6h às 21h, coibindo o transporte irregular de vans e carros particulares.

Já a Infraero trabalha na conscientização de passageiros e no monitoramento do aeroporto. “Nosso papel é mais de monitoramento e de informação porque não temos o poder de polícia para punir”, afirmou o superintendente do aeroporto, Silvério Gonçalves. (TL)

Número

240 taxistas ilegais atuam no Aeroporto Internacional de Confins

 

 

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